João Paulo Rodrigues - Bio

Bio

Quando era mais novo, tocava guitarra e dizia umas piadas para tentar encontrar o meu lugar no mundo. Hoje em dia, menos miúdo, continuo a fazer da comédia e da música caminhos para me ligar aos outros. Juntei-lhe a televisão e sinto-me ainda mais próximo de tudo o que me rodeia. 

Comecei na rádio, no Porto, a cidade onde cresci. Seguiram-se as bandas de garagem e aos 20 anos estreei-me na comédia. Anos depois, tem início uma das maiores aventuras da minha vida, Quim Roscas e Zeca Estacionâncio. Eu e o Pedro Alves andamos há 15 anos a encher espectáculos pelo país e esperamos continuar, pelos menos, mais 15. 

É esta dupla e esta loucura que abre caminho para a segunda maior aventura da minha vida: Curral de Moinas, a aldeia imaginária da qual me sinto filho. Foi lá que me fiz apresentador, ainda que meio fajuto, no mítico Telerural, dando vida a Quim, excelso curral moinense. Um universo riquíssimo, criado por Henrique Dias e Frederico Pombares, que teve início como parte da Praça da Alegria e cresceu para ter o seu lugar na grelha da RTP, já em formato Telerural. Em versão cinema, Curral de Moinas criou “7 Pecados Rurais”, o terceiro filme português mais visto de sempre, visto por mais de meio milhão de espectadores. 

Em 2012, nova aventura. “A tua cara não me é estranha” , da TVI, programa que me deu a possibilidade de cantar para uma larga audiência e me abre a porta para sonhar com a música para além das bandas de garagem da adolescência. 

Nesse ano, “Não Há Bela Sem João”, onde me estreio como apresentador em nome próprio e em dupla com a belíssima Marisa Cruz. 

Chega 2014, a vida muda de novo e permite-me aprender o que é comunicar diariamente para milhares de pessoas, ao lado da minha “madrinha” Júlia Pinheiro, no daytime da SIC. O “Queridas Manhãs” é a minha maior escola de televisão. 

Estou grato por tudo isto. Venha mais vida.